Moedas virtuais
Livia Nonato

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Moedas virtuais: entenda como funcionam

O mercado financeiro se beneficiou das mudanças da era digital. Desde a facilidade na troca de informações até a velocidade das transações. Como resultado desse movimento, surgiram as moedas virtuais. Saiba mais sobre elas no artigo de hoje.

Muito além do Bitcoin, atualmente o segmento conta com mais de 2000 moedas virtuais disponíveis. E o seu uso pode ser direcionado a sistemas de pagamento empresarial, a investimentos e compras on-line.

Em alguns lugares do mundo é possível usar também no dia a dia offline, por exemplo como se fosse um cartão de crédito sendo utilizado em estabelecimentos.

No nosso país ainda não é assim. Mas um fato recente ilustra uma maior adesão às moedas virtuais.

Em 2020, em decorrência da pandemia do novo coronavírus, o Bitcoin deu um salto percentual de mais de 270% em crescimento e valorização. E isso referente à cotação em dólar.

Pois é, o cenário é animador para os interessados no universo das criptos.

Indicadores como as mínimas anuais, as variações e a instabilidade são importantes para holders e investidores na área. Mas tudo isso não é necessariamente uma novidade.

Podemos definir as moedas virtuais como mais uma tendência que gera expectativa. E promete se manter em alta neste ano.

Quer entender melhor sobre o funcionamento das moedas virtuais? Continue a leitura do texto que eu te explico.

O que são as moedas virtuais?

As palavras Bitcoins e moedas virtuais ainda são sinônimos para muitas pessoas. Mas saber diferenciar esses termos te ajuda a entender sobre as potencialidades desse sistema financeiro digital.

Então vamos lá, primeiro a definição do tema. As moedas virtuais, também conhecidas como criptomoedas, são unidades monetárias criptografadas que são usadas para fazer transferências e pagamentos digitais.

As operações com as moedas são feitas pelos próprios usuários. Ou seja, não há mediação de um sistema, como em moedas como o real e o dólar.

Vamos conhecer um pouco mais das particularidades das moedas. Confira abaixo.

Características das criptomoedas

Quando pensamos em semelhanças com as moedas “tradicionais” podemos mencionar que ambas têm um valor monetário. Mas as criptomoedas funcionam apenas no ambiente virtual.

A principal diferença das moedas virtuais é que elas são descentralizadas. Ou seja, não têm um órgão regulador que as controlem. Como por exemplo, no mercado financeiro tradicional, o estado e Banco Central que ficam responsáveis por isso.

Mas não ache que essa descentralização é o mesmo que falta de segurança. As transações são asseguradas pela criptografia, assim como o valor das moedas também seguem as regras dessa tecnologia.

Nesse sentido, é comum ouvir falar sobre blockchain associado às moedas virtuais. Essa é a tecnologia que está por trás de vários processos on-line.

Explicando melhor, o blockchain é o meio responsável pelo rastreio digital criptografado de informações. E isso acontece de forma instantânea e constante. Então, é como dizer que esse é um protocolo de confiança na hora que você vai usar ou investir em moedas virtuais.

Dessa forma, você evita fraudes nas trocas de informações financeiras. Com o mesmo propósito de proteção, essa tecnologia também é aplicada as outras transações digitais.

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Um bom exemplo desse uso é o Pix (sistema que permite pagamentos comerciais, independente da hora e data). Assim, no momento em que você utiliza chaves neste sistema, conta com a segurança da criptografia.

Tipos de moedas digitais

Como dito, o mercado de moedas digitais têm cada vez mais nomes para você conhecer. Além da cotação e dos rendimentos de cada moeda, ainda têm as características individuais como segurança, rapidez nas transações e os seus locais de origens.

Hoje, referências da tecnologia, como a Microsoft, já operam com o pagamento de moedas virtuais. Sobretudo nos países de maior abertura para tecnologias digitais como o Japão e Singapura.

Já no Brasil, esse movimento de integração é mais lento. E segue no aguardo de uma formalização legal que respalde o uso de moedas em mais processos.

Mas nem tudo é barreira. Já existem alguns negócios e empresas que operam as transações financeiras com moedas virtuais em nosso território. E é necessário também que, em casos de uso, se declare ao imposto de renda o detalhamento fiscal.

Sendo assim, se você está pensando em começar a investir nessa área ou implementar o pagamento com moedas virtuais, precisa conhecer quais os tipos disponíveis no mercado.

Pensando em facilitar o seu conhecimento sobre o assunto, listamos as principais criptomoedas que estão em uso. Veja abaixo.

1 – Bitcoin

Pioneira e mais conhecida da mídia, o Bitcoin é uma moeda digital que está presente no mercado desde 2009. O Bitcoin foi apresentado pelo programador Satoshi Nakamoto (um pseudônimo adotado pelo desenvolvedor). Ele também é reconhecido como o primeiro desenvolvedor de um banco de dados em blockchain.

A mais famosa das moedas virtuais passou a ser validada como pagamento para diversos fins comerciais em alguns países. O principal foi o Japão, que liberou mais de 300 mil empresas e estabelecimentos.

Além de também ter aberto a possibilidade do uso do Bitcoin para pagamentos de impostos.

Outra característica desta moeda é a volatilidade. Especialistas explicam que as oscilações da moeda já causaram até mesmo insegurança nos investidores. No entanto, o Bitcoin sempre se recuperou.

E em 2020 surpreendeu a todos com um crescimento abrupto. Então, não é à toa que ele aparece como o queridinho do segmento. Fique de olho no histórico, cotação e os seus meios de pagamentos.

2 – Ripple (XRP)

A Ripple é a moeda virtual e rede de pagamentos americana. Conhecida também pela sigla XRP, tem como principal característica as taxas menores.

Então, aparece como uma boa solução para quem busca certa economia. Essa moeda que foi criada em 2012, tem certas semelhanças com o Bitcoin no formato do uso de dados em seu banco de blockchain. Porém, é um sistema que atua com mais rapidez nas transações.

Teve um crescimento expressivo em meados de 2018. Chegando a ser considerada a segunda moeda virtual mais importante, de acordo com o valor de mercado que alcançou à época.

Como impacto desse processo, bancos ampliaram o uso da Ripple. E, assim, ela se tornou uma rede de pagamentos com reconhecimento nos Estados Unidos.

Mas, em consequência de impasses legais e acusações de fraudes, acabou sofrendo uma queda. E hoje já não é assim tão popular no mercado, embora ainda funcione normalmente.

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3 – Ethereum

Apresentada ao mercado em 2013 por um programador russo, a Ethereum (ETH) ganhou “consistência” no ano seguinte. E isso porque a sua manutenção no sistema financeiro digital ocorreu por meio de um financiamento coletivo.

Essa moeda chegou ao seu ápice no mercado financeiro no ano de 2018. Mas também passa por oscilações na valorização de mínimas e máximas.

E nesse mesmo ano em questão, em novembro a moeda atingiu o maior valor de mercado já registrado. Mas, já no começo de 2019, teve uma queda relevante.

Essa é uma semelhança com o mercado tradicional. Os períodos de oscilações fazem parte do sistema financeiro como um todo. Sendo assim, é importante ficar atento aos propósitos da sua empresa e dos seus investimentos.

Com tudo isso, a Ethereum continua sendo uma moeda de relevância nesse mercado digital.

Achou que já tinha terminado? Ainda temos alguns outros bons exemplos para citar. Continue a leitura.

4 – EOS

A EOS é uma moeda virtual mais recente. Foi lançada no mercado em 2018, mas chama atenção por contar com sistema próprio para seus blocos de dados no blockchain.

Além disso, possibilita o uso de uma plataforma para desenvolvimento de aplicativos descentralizados.

A principal vantagem desse tipo de moeda é a rapidez para fazer transações e pagamentos. A EOS tem potencial para computar e processar milhões de transações por segundo.

Como modelo de comparação de tempo, em um segundo, o Bitcoin é capaz de processar três transações. E o Ethereum de realizar 20 transações por segundo.

Ou seja, você ganha uma capacidade de processamento em larga escala. Assim, conta com mais velocidade na troca de dados e pagamentos com a sua moeda virtual.

Essa é uma boa opção para investidores que demandam velocidade com um custo médio de cotação da moeda.

5 – Litecoin

A criptomoeda Litecoin (LTC) é inspirada e bastante semelhante ao Bitcoin. É possível considerá-las quase da mesma família no mundo das moedas digitais.

Criada em 2011, ela tem muitas características parecidas ao Bitcoin. Mas com a importante diferença na agilidade do tempo de transação.

Com a LTC o tempo médio é de dois minutos e meio. Enquanto a pioneira leva em média dez minutos para fazer uma verificação em seu sistema.

Essa moeda também conta com uma maior disponibilidade de unidade monetária. Ou seja, o volume disponível no mercado financeiro. E esse é um dos seus grandes benefícios frente ao Bitcoin que já não têm tanto “estoque” assim para rodar no sistema.

Considerações

Agora você já sabe um pouco mais sobre as principais moedas virtuais no mercado. E pode (e deve) se aprofundar um pouco mais no tema para ser estratégico no sistema financeiro on-line.

A facilidade e o potencial de crescimento têm aquecido esse setor. Então, fique atento às suas vantagens.

Espero que você tenha curtido esse conteúdo. Continue acompanhando o blog da Nvoip. Até a próxima.

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